Sitting here on the bed, trying to clear my head but Brooke you just won't budge so I look back instead, why'd you go away? Useless when I say hey hey baby I'll be the best'cause I'm a jealous mess, so wash your hands from all this dirt and take my words for what they're worth, baby I'll be the best but you stand to protest and my stomach has been so abused your confusions got me so confused but everything will be alright if I get trashed tonight. (Gabriela Carla Barone, ou só Gaby. 18 anos. É tudo o que você precisa saber. Ou não, rs.)
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"Se vai tentar siga em frente. Senão, nem começe! (..) Pode significar ficar sem comer por dias, pode significar congelar em um parque, pode significar cadeia, pode significar caçoadas, desolação... A desolação é o presente, o resto é uma prova de sua paciência, do quanto realmente quis fazer. E farei, apesar do menosprezo. E será melhor que qualquer coisa que possa imaginar. Se vai tentar, vá em frente. Não há outro sentimento como este. Ficará sozinho com os Deuses e as noites serão quentes. Levará a vida com um sorriso perfeito. É a única coisa que vale a pena." Charles Bukowski

No começo eu era cuidadosa. Tudo era novo e excitante. As coisas aconteciam numa velocidade impressionante, frenéticamente, absurdamente sedutor. E comecei a misturar o certo com o errado, vi que as definições não eram assim tão certas, percebi que nada é absoluto, existem tantas diferentes interpretações.. vi que o certo nunca coube dentro de mim. Sempre contra a corrente, contra a opinião da maioria.. o correto sempre absoluto já não me atingia. Eu estava sendo eu. Algum eu escondido bem lá no fundo, gritando para ser encontrado. E as pessoas certamente erradas o encontraram, foi fácil até. Então o certo já não me atraia mais, anos e anos ao lado do correto e ele sempre fora tão patético! O errado fez ruidos dentro de mim, uma maneira de esquecer, de viver, de deixar para trás tudo o que ja me aconteceu, eu era nova em folha, pronta para a próxima, rica em risadas e desaforos. Eu já não sou mais cuidadosa, o perigo me atraiu, se tornou parte do que eu sou. Hoje eu rio com ele, bebo com ele, fumo com ele. Nada mais é tão importante quanto esquecer-me do trivial e ordinário. Para esquecer um amor? Talvez. Mas as razoes não importam agora. O que importa é esse novo eu que assumiu o meu antigo eu, ele grita, chora, foge, vive. Quem disse que há uma maneira certa viver? O amor, claro, a causa-razão de tudo o que faz o mundo ser o mundo. O amor à família, amor aos amigos, amor ao amor, amor à pátria, amor à vida. Vamos brindar ao amor velho e surrado, vamos tentar derrete-lo, vamos ao fim cravá-lo em nossa pele. A pele que também não é como a de antes, o corpo não é mais fresco, tudo tem um ar de "ja aconteceu antes", mas o perigo mostra suas faces risonhas, te coloca em muitas situações novas, situações vibrantes, situações surreais. Essa é a verdade, o perigo é sedutor, é quente, é vibrante. O sonho, sempre martelando na cabeça, a vitória desejada, o topor da ansiedade deixa tudo mais insano. Eu vou conseguir, vou conseguir vou conseguir. O preço de tudo, um cigarro, um shot, uma lágrima. Por que afinal, nada é de graça.
Gaby 12:29 PM